Resumos - Pré Prints | v. 1 n. 5 (2024)
Ana Clara da Silva Flávio Miguel de Mendonça Fernandes Silva Ana Beatriz Evangelista Oliveira Menezes Ana Heloísa Gomes dos Santos Guilherme Gonçalves Pinheiro de Souza Aline de Souza Oliveira Gabriel Bezerra Faierstein
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Publicado em agosto 02, 2024
Introdução: O Diagnóstico Genético Pré-Implantacional (DGPI), foi um dos grandes avanços da medicina no campo reprodutivo, tornando possível realizar o diagnóstico genético e selecionar embriões sem anormalidades genéticas antes da sua inoculação no útero. Além disso, o DGPI também se destaca como ferramenta de terapia gênica em casos de crianças que necessitam de transplante de medula óssea, mas que não encontraram um doador compatível. Objetivo: Evidenciar os métodos de DGPI e seus respectivos impactos na seleção embrionária e na saúde reprodutiva. Métodos: Trata-se de uma revisão bibliográfica utilizando artigos científicos do período de 2013 a 2022. Os artigos foram coletados nas plataformas Brazilian Journal of Development, RS Global Journal, Scielo e Google Acadêmico. Resultados: O processo de DGPI se inicia a partir da obtenção dos ovócitos utilizados na fertilização in vitro para que possam ser submetidos às análises genéticas. O DGPI garante o aumento das taxas de gravidez devido à infecção. Desta forma, os embriões podem ser geneticamente selecionados, apresentando uma taxa de sucesso de cerca de 80%. Conclusão: É visto que o diagnóstico genético pré-implantacional é uma ferramenta que oferece benefícios significativos para casais com histórico de doenças genéticas, permitindo a seleção de embriões saudáveis, ajudando a aumentar as chances de ter uma criança livre de doenças genéticas graves.
