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QUALIS

B1

2021-2024
quadriênio

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Revista Universitária Brasileira

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Resumen

10.5281/zenodo.17442969

Introdução: O Diagnóstico Genético Pré-Implantacional (DGPI), foi um dos grandes avanços da medicina no campo reprodutivo, tornando possível realizar o diagnóstico genético e selecionar embriões sem anormalidades genéticas antes da sua inoculação no útero. Além disso, o DGPI também se destaca como ferramenta de terapia gênica em casos de crianças que necessitam de transplante de medula óssea, mas que não encontraram um doador compatível. Objetivo: Evidenciar os métodos de DGPI e seus respectivos impactos na seleção embrionária e na saúde reprodutiva. Métodos: Trata-se de uma revisão bibliográfica utilizando artigos científicos do período de 2013 a 2022. Os artigos foram coletados nas plataformas Brazilian Journal of Development, RS Global Journal, Scielo e Google Acadêmico. Resultados: O processo de DGPI se inicia a partir da obtenção dos ovócitos utilizados na fertilização in vitro para que possam ser submetidos às análises genéticas. O DGPI garante o aumento das taxas de gravidez devido à infecção. Desta forma, os embriões podem ser geneticamente selecionados, apresentando uma taxa de sucesso de cerca de 80%. Conclusão: É visto que o diagnóstico genético pré-implantacional é uma ferramenta que oferece benefícios significativos para casais com histórico de doenças genéticas, permitindo a seleção de embriões saudáveis, ajudando a aumentar as chances de ter uma criança livre de doenças genéticas graves.

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