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QUALIS

B1

2021-2024
quadriênio

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Revista Universitária Brasileira

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Resumen

10.5281/zenodo.17443212

A Síndrome de Down (SD) é um distúrbio genético caracterizado pela trissomia no cromossomo 21. A SD está associada à diversas doenças, sendo a Cardiopatia Congênita (CPC) responsável pelo atraso no desenvolvimento fetal e pelo maior número de morbidade e mortalidade nos primeiros anos de vida. O diagnóstico pode ser realizado de forma precoce através de exames pré-natais, como ultrassonografia e ecocardiograma fetal.  A presente pesquisa teve como objetivo determinar a prevalência da cardiopatia congênita em portadores de Síndrome de Down e evidenciar a importância do seu diagnóstico precoce. Trata-se de uma revisão bibliográfica utilizando artigos científicos com dados referentes aos casos no Brasil e publicados 2012 e 2022. Os artigos foram coletados nas plataformas Scielo e Google Acadêmico. A ocorrência da Síndrome de Down na população brasileira é de aproximadamente 4,6/10 mil nascidos. Atualmente, as cardiopatias congênitas estão entre as principais causas de morbidade e mortalidade neonatal, acometendo cerca de 50% das pessoas com SD. Foi verificado que há uma predominância de CPC em indivíduos do sexo masculino (66%) em relação ao sexo feminino (34%), em razão da suscetibilidade de sexo masculino para as vias patogênicas de doenças cardíacas congênitas, como o Defeito do Septo Atrioventricular, sendo a mais prevalente acometendo cerca de 45-56,9% dos casos, e a Comunicação Interventricular, atingindo cerca de 40% dos casos. Diante do exposto, é visto que há prevalência de cardiopatia em crianças com Síndrome de Down, cuja condição está relacionada com a maioria dos casos de mortalidade. Com isso, é notória a importância do diagnóstico na fase pré-natal e o tratamento precoce, visando reduzir futuras complicações para garantir o bem-estar e a qualidade de vida dos indivíduos afetados.

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