Resumos - Pré Prints | Vol. 1 Núm. 4 (2023)
Lígia Albuquerque Ferreira Sonielly Souza Leite Vitoria Lopes do Couto dos Santos Igor Gabriel Custódio de Sá Lopes Lígia Batista de Oliveira
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##plugins.themes.gdThemes.publishedIn## agosto 02, 2024
A melatonina é um hormônio endógeno produzido pela glândula pineal, e por possuir ação antioxidante, auxiliando no combate aos radicais livres, dentre outros benefícios, tem sido bastante utilizada na forma sintética como suplementação. Por isso, o objetivo deste trabalho é apresentar a melatonina como alternativa terapêutica nas complicações da diabetes mellitus. Para tal, foram selecionados artigos obtidos a partir do PubMed, entre os anos de 2019 a 2023. A melatonina é liberada durante o período noturno, no escuro e quando exposta à luz, ocorre a inibição. Os seus receptores são o MT1 e MT2 onde a secreção da insulina é mediada. Eles são acoplados à proteína G e são expressos nos tecidos pancreáticos e ilhotas, assim podendo regular de forma direta a produção de insulina ou glucagon, atuando nas ilhotas pancreáticas. Estudos feitos em ratos pinealectomizados mostram que ao receberem a melatonina, houve um aumento na produção de insulina nas células β pancreáticas em conjunto com a expansão de receptores de insulina nas membranas dos hepatócitos. Isso evidencia que a melatonina é importante para a produção de insulina nas células pancreáticas, porém, essas células são vulneráveis ao estresse oxidativo sendo este um dos maiores responsáveis por gerar danos aos carboidratos celulares, proteínas, lipídios e ácidos nucleicos, contribuindo para o surgimento de complicações como a neuropatia e retinopatia. Portanto, considerando os efeitos benéficos, é fundamental realizar estudos adicionais a fim de descobrir todas as propriedades, efeitos e eficácia.

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