Resumos - Pré Prints | v. 1 n. 4 (2023)
Vitoria Lopes do Couto dos Santos Ligia Albuquerque Ferreira Igor Gabriel Custódio de Sá Lopes Lígia Batista de Oliveira
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Publicado em agosto 02, 2024
A creatina é uma amina derivada de três aminoácidos: glicina, arginina e metionina, ela é sintetizada endogenamente em grande parte nos rins, fígado e pâncreas, mas também pode ser sintetizada no cérebro. É principalmente utilizada como suplemento para aumento rendimento físico, mas apresenta estudos de outras funções, como, melhorar a função cognitiva e tratar doenças neurodegenerativas. Por isso, objetivo desse trabalho é apresentar os efeitos terapêuticos na suplementação da creatina no tratamento de doenças neurodegenerativas. Como base metodológica, foi realizado buscas de artigos na Pubmed, utilizando os descritores “creatina, tratamento, doenças” no período de 2020 à 2022. A creatina pode ser obtida, além da suplementação de 3g a 10g por dia, por meio da alimentação de carne vermelha e peixes. O mecanismo de ação da creatina envolve a regeneração rápida de ATP, convertendo ADP em ATP através da fosfocreatina (Pcr) e da creatina quinase (CK). Relata-se que aumentar o conteúdo de creatina cerebral seja potencialmente benéfico para diferentes condições clínicas, como doenças neurodegenerativas, seus efeitos ainda estão sendo estudado, mas há evidencias de melhora da memória, fadiga muscular, redução do estresse oxidativo, potencial papel como agente neuroprotetor e pode diminuir a progressão de algumas doenças, em contrapartida, há estudos que consideram a creatina ineficaz e sugerem que mais pesquisas sejam feitas para determinar o protocolo ideal de suplementação de creatina capaz de aumentar (ou repor) o conteúdo cerebral de creatina, a fim de entender melhor o seu papel terapêutico.
