Resumos - Pré Prints | v. 1 n. 4 (2023)
Talyta Samara da Silva Oliveira Fabio de Albuquerque Sales Jessika Gabrielly da Silva Rocha Rinaldo Jeronimo da Silva Junior
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Publicado em agosto 02, 2024
As novas tecnologias na área da genética proporcionaram um grande avanço na medicina e na indústria farmacêutica com a fabricação de insulinas exógenas criadas a base de DNA recombinante em meados de 1982, pela start-up Genentech. Portanto, esse trabalho tem como objetivo expor revisões bibliográficas sobre as atualizações na fabricação de insulina e seus benefícios para os pacientes portadores de Diabetes mellitus tipo 1. Para tal, foi realizado um levantamento, por meio da plataforma Pubmed e Google acadêmico no período entre 2016 e 2022. Sabe-se que o processo de fabricação se baseia na manipulação do DNA em hospedeiros, sobretudo em bactérias Escherichia coli. Para que o mecanismo seja feito corretamente é preciso isolar o gene de interesse, que contém informações de produção de insulina, diretamente do pâncreas humano pela técnica de clonagem molecular que induz o organismo a reproduzir a sequência desejada. Tal mecanismo é feito por meio dos vetores de clonagem, no qual o trecho de DNA de interesse é inserido. Na bactéria E. coli, o vetor utilizado com frequência é o plasmídio. O material genético que foi isolado, já dentro do hospedeiro, é incorporado em seu genoma, tornando-o geneticamente modificado. Fatores importantes nesse processo são as enzimas, que permitem a ligação do DNA bacteriano com o DNA humano. O hospedeiro contendo uma única molécula de rDNA, divide-se várias vezes, formando uma colônia de células que produzirão o produto desejado e contido no gene inserido. Dessa forma, o método descrito é mais rápido de ser produzido em comparação às insulinas criadas primordialmente a base do pâncreas de suínos e bovinos, além de possuir menos efeitos adversos para o organismo do paciente.
